Banroots


Ban (Luiz Fellipe), artista paulistano da Zona Leste de São Paulo, carrega em sua trajetória um caminho de retorno à própria essência.

Na adolescência, teve seus primeiros contatos com a arte através do skate e da cena do grafite, admirando a potência da arte urbana e sua força de expressão. Porém, por falta de incentivo e pelas circunstâncias da vida, seguiu outro rumo: formou-se na área de tecnologia e atuou por anos no mundo corporativo. Ainda que profissionalmente estruturado, sentia-se desconectado de propósito.

O ponto de virada começou em 2015, quando iniciou viagens pelo Brasil, culminando em seu primeiro mochilão pela América Latina, em 2016, passando por Peru, Bolívia e Chile. Essas experiências ampliaram sua visão de mundo e abriram espaço para um profundo processo de autoconhecimento. No final de 2016, teve seu primeiro contato com a medicina da Ayahuasca, marco importante em sua jornada interna.

Nesse período, iniciou formação em Yoga e passou a atuar em festivais como facilitador de práticas e na área de cura, especialmente junto à Aldeia Outro Mundo e ao Clã do Sol. Inserido em um ambiente fértil de arte, espiritualidade e coletividade, começou a se reconectar com sua veia criativa. Primeiro com o macramê, depois com o StringArt, onde encontrou na geometria sagrada uma fonte inesgotável de estudo e inspiração.Mas foi em novembro de 2019 que viveu o reencontro definitivo com sua linguagem artística. Após atuar no festival Mundo Sol, viajou ao litoral norte de São Paulo e hospedou-se na casa de Marcos de Capitani, o Marcão. Em um encontro espontâneo e profundamente simbólico, passou um dia no ateliê aprendendo a técnica do mosaico.

Ali, vivenciou o que descreve como um verdadeiro rito de passagem — um momento sagrado de transmissão de saberes, como na tradição mestre e discípulo.

De volta a São Paulo, mergulhou integralmente no mosaico. Investiu em ferramentas, estudou de forma autodidata, buscou cursos como no Arcanjo das Artes e atualmente aprimora sua técnica na Academia Brasileira de Mosaico. Foi nessa entrega que se reconheceu plenamente como artista.

Seus mosaicos, assinados como Banroots, representam esse reencontro com suas raízes e com seu propósito. Para Ban, o mosaico é mais do que técnica: é meditação, é construção de sentido, é integração entre fragmentos — assim como a própria vida.

Hoje, sua produção se manifesta em quadros, painéis, mobiliários e intervenções, sempre inspirada pela geometria sagrada, pela natureza e pela espiritualidade. Também carrega o desejo de compartilhar essa arte milenar por meio de cursos, vivências e trocas, mantendo vivo o fluxo do saber que um dia recebeu.

Integrando agora a Sagrada Decoração, Ban traz consigo uma arte que não apenas compõe espaços — mas os transforma, imprime presença e desperta conexão.


Comparação de produtos (0)


A Vigília do Espírito

A Vigília do Espírito

“A Vigília do Espírito” é uma obra inspirada no arquétipo da..

R$ 3.400,00

Árvore da Vida

Árvore da Vida

A obra Árvore da Vida é inspirada em um dos símbolos mais profundos da geometri..

R$ 2.500,00

Exibindo de 1 a 2 do total de 2 (1 páginas)
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando você concorda com a nossa Política de Privacidade.